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Bandidos não. Os hackers encontraram um nicho na economia legal: ajudam empresas e a polícia a combater o crime na Internet. E faturam com isso

 

Cresce a busca pelo hacker ético, o que protege empresas

Fonte: O Globo 
Os ataques recentes de hackers a sites de importância para a estratégia nacional - como os do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Ministério da Cultura e até da Presidência da República - reacenderam o alerta nas empresas contra os crimes virtuais. Para combater a ação dos criminosos, começa, então, a ganhar destaque no país a figura do "hacker ético" (ou white hat hackers, da expressão em inglês).

Os problemas de segurança, dizem os especialistas, tendem a tomar nova importância com as práticas de computação em nuvem (cloud computing). Um desafio para as organizações, que têm cada vez mais segredos de negócios digitalizados. E uma oportunidade para os profissionais que, com salários entre R$ 3 mil e R$ 6 mil, defendem a proteção de dados privados.

Proteção contra alunos mal-intencionados
Fora das fronteiras brasileiras, grandes empresas de tecnologia já investem pesadamente nesses profissionais. Recentemente, a McAfee, fabricante de softwares antivírus para proteger as empresas de ataques via internet, recrutou uma equipe de hackers de alto nível para descobrir formas de invadir equipamentos.

"A necessidade de verificação da própria segurança na rede aumentou muito nestes últimos anos. O mercado já percebeu a importância deste tipo de profissional", diz Bruno Salgado Guimarães, diretor-executivo da Clavis Segurança da Informação, que surgiu dentro do Departamento de Segurança da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). "É necessário garantir a segurança não só da página na web, mas também do cliente. Temos uma responsabilidade enorme nas mãos", diz Flávio Osso, diretor-executivo da WEBX, site especializado em e-commerce.

O analista de sistemas Diogo Mascarenhas explica por que foi contratado pela universidade Unisuam para atuar como hacker ético: "Um aluno hacker pode conseguir os dados de um professor e ter atitudes como trocar a própria nota para não ser reprovado. A manipulação de informações passa a ser fácil". O mercado de trabalho para esses profissionais é maior em empresas como a Clavis, que trabalham no setor de segurança virtual. Seu trabalho é verificar a saúde de sistemas privados e tentar prever possíveis golpes na rede. A empresa também ministra treinamento para o público em geral.

 

 
1-Introdução a redes de computadores
2-Conceitos de Segurança
3-HackerxCracker
4-Criptografia
5-keylogger
6-metodos de ataque e ferramentas
6.1-Sniffers
6.2-Engenharia Social
6.3-Clonagem de páginas web
6.4-Exploit

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